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NESTA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA FAMÍLIA PARAIBANA UNIRAM FORÇAS COM FAMÍLIAS ALAGOANAS AFETADAS PELO O ZIKA VÍRUS.



Na tarde da quarta-feira (26/04/2017), Maria Carolina e seu esposo Joselito Alves, juntos da filha caçula Gaby, vieram para Maceió, no estado de Alagoas. O objetivo é poder ouvir outras famílias que passam pelo o mesmo problema da falta de atenção integral das crianças portadoras da Síndrome Congênita do Zika Vírus, como muitos chamam de microcefalia. E também momento de relatar o sofrimento e a inércia da justiça comum no primeiro caso de família a procurar reparação na justiça no Fórum da comarca de Esperança-PB.

Até que ponto famílias criam forças e buscam a mesma união na garantia de direitos, que já existem e esta na lei. Outrora a lei já existirá? Mas precisa ser provocada! Como provocar?

O termo provocação significa ato ou efeito de, com palavras ou atos, forçar alguém a uma luta, discussão etc.; desafio e conquista. Aqui destacamos que a lei já existe mais necessitou desabar ‘um muro’ de negligências realizadas desde o inicio, começando no pré-natal. A justiça só reage sendo provocada.

A justiça é inerte. Temos que provocar. Temos que ir ao encontro de outras mães e pais que lutam e que a mídia se cala. A UNIÃO é a provocação. Ter CONHECIMENTO de seus direitos é a provocação. NÃO BAIXAR a cabeça é a provocação. SABER AGIR NA RAZÃO é à provocação.  Ter um filho ou filha vitima do ZIKA VIRUS é à provocação na busca de DIREITOS amparados no estatuto da criança e do adolescente. Os poderes são inertes? Mas com essas provocações e em grande massa de famílias podemos reagir e vencer – ter voz e ser ouvidos. Garantir o que já temos de fato na justiça.

Uma família é tão grande que não se cala, não se vende e não se deixa corrompe. Juntando famílias e famílias, juntas podemos e devemos provocar o poder público ao chamado que é invoca na constituição Federal, código defesa do consumidor, leis e tantos códigos de éticas – e que ficam apenas no papel, dito vulgarmente no meio da justiça – Lei que colou ou não colou.

Maria Gabriela é responsável por dá forças e vislumbrar o quanto crianças e mães convivem desde o principio faltas não por que o sistema único de saúde não tenha recursos ou até mesmo a justiça do comum, mas por má fé, preconceito e discriminação seja ela racial, de etnia e de cor da pele.

Apoiados pela Anis - Instituto de Bioética de direitos humanos (http://anis.org.br/), lutando pelos os direitos de mulheres e crianças na enfrentaria a Epidemia do Zika Virus no nordeste brasileiro.

Maria Carolina e Joselito Alves, pais de Maria Gabriel – Gaby – portadora da síndrome congênita do Zika Vírus, comumente conhecida como Microcefalia. Moram na Cidade de Esperança – Paraíba-Brasil.

Atualizações: somostodosmariagabriela.blogspot.com.br


NOVIDADE



Em breve estaremos postando atualizações!

Para Todas Perguntas Que Me fazem Aqui As Respostas.


13 coisas que vc não sabe sobre mães de crianças deficientes:

1) Não somos fortes como todos imaginam. Apenas não nos resta outra opção.

2) A solidão é uma grande companhia. Muitas vezes nos sentimos 
incompreendidas e um peixe fora d’agua. E não há nada que mude isso.

3) Nos sentimos frequentemente cansadas, com exaustão acima de tudo mental. Temos preocupações simples 24h por dia, que a maioria das mães não tem.

4) Nossos filhos não é um pesar, um estorvo, ou um fardo. Lidar com a sociedade em relação às diferenças é que são.

5) Damos valor a coisas tão pequenas, que podemos sentir o sabor da alegria muito mais do que o normal!

6) Não temos “nojinho”. Baba, fluidos e coisas escatológicas, fazem parte da nossa vida.

7) Rótulos como “guerreira”, “abençoada” e “especial”, muitas vezes podem nos incomodar, pois nos dá a sensação de que não podemos reclamar, sofrer, chorar. Somos somente humanas, como qualquer outra mulher. 

8) Aprendemos a não comparar problemas. Descobrimos na prática, que cada um tem a sua dor, e que ela é imensurável, única, intransferível, e não há régua para medir.

9) Responder a perguntas sobre a patologia de meu filho, não é problema, é solução! Temos a missão de informar!

10) O medo nos ronda. Sempre. Mas aprendemos a viver com ele.

11) Sentimos muitas dores físicas e musculares. Fazemos esforços sobrenaturais para conduzir crianças grandes com o controle motor de bebê. 

12) Hospital é um lugar comum para a gente. E por mais que tenhamos intimidade com o ambiente, ainda é um lugar de desconforto. 

 13) Apesar das muitas dificuldades, nos sentimos privilegiadas em conhecer o verdadeiro amor, altruísta e genuíno que só essas crianças tem a oferecer! Somos mais felizes do que pensam! =)

Eu Amo Alguém com Microcefalia 


Autor(a) Uma mãe de criança com microcefalia, extraído de vários diálogos em grupos de mães de whatsApp.


DEFENDEMOS A VIDA, MAS UMA VIDA COM DIGNIDADE!



Queridas mães,

Faço uso deste espaço para manifesta meu apoio as duas mães em especial cada uma mãe e pai desse grupo.

Respeito. Amor. Compaixão. Reflexão. Conhecimento. Direito. Lei.

Não é fácil para um casal, uma família que resolve planejar em ter um filho, planejar juntos; ora outros casais nem planejaram, mas nasceram bebês lindos cada um com sua diferença que para o mundo é defeito, mais para nós é o símbolo de lutas, amor e conquistas.
A nossa luta é diária e não será em vão, mamães... Nossa luta é por amor as crianças, mães e mulheres que assim como eu, sofreram, choraram ao saber "Só" ao nascer que nossos filhos tinha microcefalia.
A nossa luta é constante e não podemos se calar!

São direitos violados e que indenização na face da terra não poderá pagar a dor de ser tidas como analfabetas e sem conhecimentos e de que tivemos direitos negados!

Quero argumentar o seguinte:

BPC – Beneficio de prestação continuada é o mínimo que famílias afetas pela falta de saneamentos, impostos pagos diretamente ou indiretamente (até quando compramos uma bala de mascar pagamos impostos), que não são aplicados na comunidade e pouco menos no social, por falta de respeito e amor – só em época de eleições temos valores, chega disso!

O nossos filhos necessitam muito mais do que R$937,00! Necessita de RESPEITO, AMOR, E MUITA ATENÇÃO tanto o nosso como do governo.

“DEVER DO ESTADO PARA COM A SAÚDE É INTEGRAL E DEVE REFLETIR UM CONJUNTO ARTICULADO E CONTÍNUO DE AÇÕES E SERVIÇOS, PREVENTIVOS (DE MOLÉSTIAS, por exemplo, vacinas, fiscalização sanitária) e curativos, individuais e coletivos, necessários para a integralidade desse sistema do SUS, consoante o artigo 7º., II da Lei 8080/90.”

Pego a refletir e vejo que precisamos de conhecimento – TOMAR POSSE DISSO. De saber que BPC, Medicamento, Fisioterapia é direito e estamos amparados no Estatuto da Criança e do Adolescente, saber lermos, chega de sermos vitimas, temos que ser protagonista dessa historia.

“LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 – ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE: § 2.  Incumbe ao PODER PÚBLICO FORNECER GRATUITAMENTE, àqueles que necessitarem, MEDICAMENTOS, ÓRTESES, PRÓTESES e outras TECNOLOGIAS ASSISTIVAS RELATIVAS ao tratamento, HABILITAÇÃO OU REABILITAÇÃO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às SUAS NECESSIDADES ESPECÍFICAS.”

Interrupção da gestação em caso de Zika. Tema espinhoso principalmente para os religiosos e por que não dizer: DEFENDEM A VIDA MAS NÃO DEFENDEM O DIREITO DE NOSSOS FILHOS TEREM UMA VIDA COM DIGNIDADE, FAZER CUMPRIR A LEI, SEM PRECISAR ABRIR PROCESSO JUDICIAL CONTRA PREFEITURA OU GOVERNO, COMO SABEMOS DEMORADO, ARDO E QUE SOMOS RIDICULARIZADOS PELOS OS PRÓPRIOS que interpretam a LEI. Vemos hoje na TV e Internet muitos comentários sobre aborto, mas ficamos perplexos como a mídia é perversa e sempre mostra o lado podre e manipulador das mentes.

Como saber no pré-natal (se na época o pré-natal era meia-boca, feito de qualquer jeito) se não tivemos o DIREITO nem de ter ultrassons completos, muito menos o diagnostico para parto de alto risco. Como dizem em muitos jornais que – “Nós tivemos os filhos com microcefalia por que quiseram” ou vão além e dizem: “só teve o filho com deficiência por conta do salário - BPC”, e outros nos ridicularizam por sermos nordestinas, dizem abertamente “vejam ‘os cabeças grandes’, agora estão em mutação tendo seus filhos como os daqui do sul do país – cabecinhas pequenas”.

Uma mãe em sofrimento mental, uma mãe que poderia ter em outras mães uma forma de apoio, tem é um apelo de demonização sobre o sofrimento de ser só, de está só, de não ter apoio VERDADEIRO religioso, psicológico, governamental e de familiares.

Deparamos-nos com mães que clamam para ser ouvidas, uma mulher que ama seu filho mais se sente só, sem apoio, sem alguém que posso ouvi-la verdadeiramente, sem dá ‘pitaco’ destrutivo e alienado.

Hoje como nunca vejo que o amor e a caridade é posta na sociedade apenas para marketing politico e religioso.

Somos o exemplo vivido de que estamos sóis, mas na certeza que de os mesmos que fingem ajudar, não ajudam – destroem persuadindo conforme seu pensamento medíocre de fazer a creditar que estamos juntos, mas estamos na VERDADE sois.

Queridas mães. Queridos pais. Falo para vocês, apenas! E contudo muito me alegra em dizer! Não percam a esperança em seus filhos, busquem e lutem, na vida estamos aprova, e saibam que juntas fortes todas e todos juntos.

A luta só esta começando.

Maria Carolina Mãe de Gaby.
#SomosTodosGaby


Traduzido para inglês:

Dear mothers,

Unfortunately in the last hours we watched a debate between two mothers, two heroines and why not say! Warriors.
I make use of this space to express my support the two mothers, especially each mother and father of this group.
Respect. Love. Compassion. Reflection. Knowledge. Right. Law.

It is not easy for a couple, a family that decides to plan on having a child, to plan together; Sometimes other couples did not plan, but beautiful babies were born each with their difference that for the world is defect, but for us it is the symbol of fights, love and conquests.
Our struggle is daily and it will not be in vain, moms ... Our struggle is for love the children, mothers and women who, like me, suffered, cried to know "Only" at birth that our children had microcephaly.
Our struggle is constant and we can not shut up!

They are rights violated and that compensation on the face of the earth can not afford the pain of being considered as illiterate and without knowledge and that we had rights denied!

I want to argue the following:

BPC - Continuous benefit is the minimum that families affected by the lack of sanitation, taxes paid directly or indirectly (even when we buy a chewing gum we pay taxes), which are not applied in the community and little less social, for lack of respect And love - only in elections we have values, enough of that!

Our children need a lot more than R $ 937.00! It needs RESPECT, LOVE, AND MUCH attention to both ours and the government.

"THE DUTY OF THE STATE FOR HEALTH IS INTEGRAL AND MUST REFLECT AN ARTICULATE AND CONTINUOUS SET OF ACTIONS AND SERVICES, PREVENTIVE (OF MOLESHIAS, for example, vaccines, sanitary inspection) and dressings, individual and collective, necessary for the integrality of this system of SUS, according to article 7, II of Law 8080/90. "

I take the reflection and see that we need knowledge - TAKE THAT. To know that BPC, Medication, Physiotherapy is right and we are protected in the Statute of the Child and Adolescent, knowing how to read, no longer being victims, we have to be protagonist of this story.

"Law No. 8,069, of July 13, 1990 - STATUS OF CHILDREN AND ADOLESCENTS: § 2. It is incumbent upon the PUBLIC POWER TO PROVIDE FREE OF CHARGE, TO THOSE WHO REQUIRE MEDICATIONS, ORGANS, PROSTHESES, AND OTHER ASSISTANCE TECHNOLOGIES RELATING TO CHILDREN'S TREATMENT, ENABLING OR REHABILITATION AND ADOLESCENTS, according to the lines of care directed to YOUR SPECIFIC NEEDS. "

Interruption of gestation in case of Zika. Thorny issue mainly for religious and why not say: DEFEND LIFE BUT DO NOT DEFEND THE RIGHT OF OUR CHILDREN HAVE A LIFE WITH DIGNITY, MAKE THE LAW, WITHOUT NEED TO OPEN JUDICIAL PROCEDURE AGAINST PREFERENCE OR GOVERNMENT, HOW WE KNOW DEMORADO, ARDO E WHAT WE ARE RIDICULARIZED BY THE OWNERS who interpret the LAW. We see many comments on abortion on TV and the Internet today, but we are perplexed as the media is perverse and always shows the rotten and manipulative side of minds.

How to know in the prenatal (if at the time the prenatal was half-mouth, done anyway) if we did not have the right to have complete ultrasound, much less the diagnosis for high-risk delivery. As many newspapers say - "We had children with microcephaly because they wanted to" or go further and say: "only had the child with a disability due to the salary - BPC", and others ridicule us for being northeastern, say openly " See 'the big heads', are now in mutation having their children like those from the south of the country - small heads. "

A mother in mental distress, a mother who could have in other mothers a form of support, has is a call for demonization about the suffering of being alone, of alone, of not having religious, psychological, governmental and family support.

We are faced with mothers who cry to be heard, a woman who loves her child but feels lonely, without support, without someone who can truly hear her, without destructive and alienated 'pitaco'.

Today as I never see that love and charity is put into society only for political and religious marketing.

We are the living example of what we are, but in the certainty that those who pretend to help do not help - they destroy by persuading according to their mediocre thinking to make us believe that we are together, but we are in the TRUTH you are.

Dear mothers. Dear Parents. Talk to you, just! And yet I am very glad to say! Do not lose hope in your children, seek and fight, in life we ​​approve, and know that together strong together and all together.

The fight is just beginning.

Maria Carolina Mother of Gaby.
Access (http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/)

We are all baby

Aos que interpretam a lei - isso se chama discriminação e preconceito

Aos que interpretam a lei, Pedimos aos doutores e doutoras da lei. Que tendo em vista a negligência ocorrida no caso gaby e foi arquivada pela promotora da cidade de esperança, de uma CONHECEDORA DO DIREITO – que a mesma expressa manuscrito que não ouve negligência (falta de atenção): só ha negligência quando o quê? Traduza pra nós analfabetos, ou melhor, desconhecedores da lei ... – como assim nos intitulam, pois a vós é quem detém todo o conhecimento. Maior atenção não aos pais, mas as crianças que por culpa do poder público sofrerá desoladamente aos efeitos trágicos da microcefalia congênita do Zika Vírus em nossos filhos. Pedimos não por nós, mas pelos nossos filhos que a luta por direitos foram violados – que dano moral e material no mundo poderá pagá-los! Atualmente há uma maior atenção no período gestacional. Hoje há um maior rigor nos ultrassons de rotina das grávidas. Agora se tem cuidado com as gestantes da atenção básica de saúde. Quer dizer que: Só agora há atenção de qualidade no SUS para as gestantes (pós estouro da microcefalia do zika)? Outrora não havia? Querem fazer acreditar que o termo “microcefalia” veio surgir neste ano (2015-2017)? Ou melhor, não se tem relatos da microcefalia na literatura acadêmica sobre quanto tema? Nossos filhos tem microcefalia congênita do ZIKA VIRUS que é muito diferente da microcefalia que há mais de séculos já existia – JÁ EXISTIA. Pelo o qual os médicos estão TOTALMENTE desorientados quanto como tratar e cuidar de nossos filhos. O mínimo que pedimos é respeito pelos os poderes públicos para com nossos filhos, tão negligentes que a mais de 30 anos o BRASIL CONVIVE com o mosquito aedes aegypti transmissor do ZIKA e outros associados e nada faz – NADA FAZ! Sem remédio, sem pesquisa de qualidade, sem informações concretas, sem acesso a direitos sexuais e reprodutivos – como o método do DIU, sem direito a sermos ouvidos, sem exames para nossos filhos acometidos do zika – sendo esses exames de alto custo. Sem direito aos pais poderem trabalhar para dá condição dignas aos filhos (terem uma carteira assinada), estipulam renda de pobreza para famílias que SÃO, SÃO E SÃO VITIMAS da desatenção da saúde básica. Hoje estamos fortes na certeza de que não vamos nos calar! Não vão nos calar! Somos a primeira família paraibana a buscar reparação na justiça e assim como já sabido, somos ouvidos ao tamanho da grotesca história de que microcefalia só veio ‘aparecer’ no ano de 2015 – pura mentira da mídia e dos poderes. Sem diagnósticos, parto de alto risco como protocola o próprio SUS – realizado de forma precária, com equipe emocionalmente fraca e abalada, de profissionais indignos de ser relatados neste texto, mas que estão sobescritos nos altos judiciais. A demora é tamanha e suficiente para hoje irmos mobilizar na internet. Não queremos caridade, queremos que a justiça seja feita! Essa é a nossa fome e sede. Saímos de nossa cidade (Esperança – Paraíba - Brasil) e ir ao caldeirão borbulhando – chamado de Brasília, passando até ao Rio de Janeiro, chegando a João Pessoa nossa capital – na mesma luta – na mesma voz pacificadora da igualdade. Queremos ser ouvidos! Queremos que não exista corte de renda de miserabilidade as famílias afetadas do zika vírus; Queremos direitos sexuais e reprodutivos; Queremos ação DIGNA e menos marketing estatal. Queremos apenas o que esta escrito na lei. Joselito Alves e Carolina Alves https://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20170217200611&cat=saude&keys=mpb-ses-discutem-encaminhamentos-atendimento-microcefalia-paraiba

TEMOS FOME E SEDE DE JUSTIÇA – Temos direitos garantidos e que não abrimos mão!

UnB- Auditório da Universidade de Brasilia.



Não cuspimos no prato que comemos, mas a sensação de impunidade é tamanha! E o grito vem de dentro, de ser convivente da negligente do poder público FEDERAL, ESTADUAL, MUNICIPAL e JUDICIÁRIO.

UniCEUB - Brasilia.
O problema é grave. O problema tem solução. O problema não é de uma família. O problema não é da distribuição de renda? O problema não é meu. O PROBLEMA É NOSSO! A invisibilidade em cidades do interior é alarmante e é CONTRA CRIANÇAS INDEFESAS que não pediram para nascer com sequelas, culpa de politicas públicas e sócias, saneamentos básicos, educação especial – creche de inclusão, moradia, emprego e renda.

A demora no atendimento, a falta de profissionais capacitados para pronto atendimento é alarmante. Sem contar o preconceito exalado pelos os olfatos curiosos, “cheio de amor” disfarçado de piedade e caridade. Como que nossos filhos fossem um “carma” – termo budismo, lei que afirma a sujeição humana à causalidade moral, de tal forma que toda ação (boa ou má) gera uma reação que retorna com a mesma qualidade e intensidade a quem a realizou, nesta ou em encarnação futura, – assim lutamos, nossos filhos é gente... Só por que não votam, e não é digno de ter direitos? 

De um governo desastroso e feito de invisibilidade para saúde publicas, voltamos nossos olhares para o que nos resta – sofrer o pão que o diabo amassou – se humilhando ao poder público, este sendo COVARDE E NEGLIGENTE que até hoje não nos dá uma resposta convicta de que realmente foi o Zika, causador da microcefalia. O porquê da falta de atenção no pré-natal, no diagnostico precoce? [informação já!]

Queremos que o GOVERNO nos ouça, escute nossas vozes assim como se faz em Pernambuco.  O atendimento insuficiente aonde é centralizado a distância quilométrica de nossa cidade natal – deixando o interior descoberto de assistência.  Entramos nesta companha não por acaso, mas para dá voz a mais de 120 crianças na PARAÍBA que em sua totalidade vem de cidades do interior para CAMPINA GRANDE. Existe uma mínima parcela de família de classe média que NÃO NOS REPRESENTAM, pois, ao contrário nosso, se calam por medo ou vergonha. Fazemos ao contrario, é para o poder público cumprir o direito não por CARIDADE mais por OBRIGAÇÃO! RECEBEM ($$) bem para atender a toda a população (NÃO POR COR DE PELE, OU POR VESTIMENTA), vivemos num corredor do tempo onde o destino está na ponta de uma caneta – por sorte ou azar – negar ou não o BPC- Beneficio de prestação continuada pela eloquência da voz ou perfil traçado por eles de famílias vestidas de trapos.

Como a maioria é tida por eles nossos governantes –pobres- assim o negam direitos, estes por sua vez julgados não terem conhecimentos! O SILÊNCIO e a INVISIBILIDADE são propícios para a maior TRAGÉDIA EM NASCIDOS VIVOS que convivemos há mais de 30 anos com o mosquito-veto do Zika, onde que quem tem o poder nas ‘mãos’ não o faz - exterminar a Dengue.

É necessária que a síndrome congênita do Zika Vírus ATINGA UM RICO (?) para que ASSIM TAMBÉM nossos filhos possam gozar do DIREITO dos ricos?!

O acesso ao DIREITO, é necessário TODO um processo JUDICIAL para que TENHAM eles a PIEDADE e o mesmo direito que é dado a ‘FRANCISCO’ dê também a ‘chico’, ou seja quem tem conhecimento e influencia terá um grande passo no acesso a conquistas de direitos.

Art. 8º  É assegurado a TODAS AS MULHERES O ACESSO aos programas e às políticas de saúde da mulher e de PLANEJAMENTO REPRODUTIVO e, ÀS GESTANTES, NUTRIÇÃO ADEQUADA, atenção HUMANIZADA À GRAVIDEZ, AO PARTO E AO PUERPÉRIO E ATENDIMENTO PRÉ-NATAL, perinatal e pós-natal integral no âmbito do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.
§ 2.  Incumbe ao PODER PÚBLICO FORNECER GRATUITAMENTE, àqueles que necessitarem MEDICAMENTOS, ÓRTESES, PRÓTESES e outras TECNOLOGIAS ASSISTIVAS RELATIVAS ao tratamento, HABILITAÇÃO OU REABILITAÇÃO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às SUAS NECESSIDADES ESPECÍFICAS.


Para que o pobre possa ter DIREITO, é necessário haver um feito dentro de alguma família burguesa – que vivem a custa de politicas (4x4) 4 anos por voto de cabresto? Ou na pensativa de que reinaram como múmias medievais pleno século do marco digital. A exclusão não é só hoje, vem de anos como, por exemplo, a língua de sinais, uma vez que FAMÍLIAS RICAS e que tinham seu filho surdo não podiam herdar bens, e como a igreja católica excomungava como indigente por ele não conseguir se comunicar (acreditavam os religiosos que por não se comunicarem não possuíam alma, logo não era gente!), - és que surge aos trampos e barrancos uma língua estranha [na época] chamada de Língua de gestos, hoje aqui no Brasil a Libras - Língua Brasileira de Sinais. Será ainda pleno século XXI ter uma sociedade de retrocesso?
Livro Zika - Autora Débora Diniz

DENGUE, ZIKA VÍRUS, FEBRE AMARELA, DOENÇA DE CHAGAS – NÃO EXISTE CURA E MUITO MENOS REMÉDIO. Por se concentrar nas periferias de grandes cidades – esgoto a céu aberto, saneamento básico, falta de água potável – e não atingir a parcela da classe que concentra TODA a renda e poder econômico – FICARÁ assim, na invisibilidade da mídia e do poder público, – PRIVADO deles mesmos. Imagina nas pequenas cidades? É um caos catastrófico.

Queremos ser ouvidos!

Parem e reflitam leitores.

O problema tem solução, chama-se RESPEITO às diferenças.


#SomosTodosGaby
#Somos_Mais_de_5Mil_Crianças_Vitimas_Do_Zika_Virus


Maria Carolina & Joselito Alves, Pais de Gaby – Cibeativistas.

AS MULHERES DO ZIKA FORAM ESQUECIDAS

Abandonadas pela política pública, mães e crianças sobrevivem como podem a uma das maiores tragédias já vistas no Brasil






No Sertão de Alagoas, mães com filhos afetados pelo zika andam de mototáxi, com a criança espremida entre o motorista e o próprio corpo.

O MEDO É AGORA REALIDADE: AS MULHERES DO ZIKA FORAM ESQUECIDAS. AS ELEIÇÕES ACABARAM E, NOS INTERIORES DO BRASIL, NÃO HÁ MAIS CANDIDATO A VEREADOR LEVANDO E TRAZENDO AS MULHERES E CRIANÇAS PARA OS EXAMES.

Completou-se um ano do anúncio da emergência global pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e não houve nenhum pronunciamento do governo brasileiro.

As promessas de benefícios especiais, centros de referência, cuidados precoces foram quase todas engavetadas pela crise econômica. Os bebês estão amadurecendo, e as mães cada vez mais sozinhas. Se antes carregavam os miudinhos no colo, agora sentem o peso da criança sem andar.

O GOVERNO FEDERAL PROMETEU QUE TODA CRIANÇA SERIA FELIZ. FELICIDADE É PROMESSA GIGANTE PARA POLÍTICA PÚBLICA; EXIGE MAIS DO QUE PRIMEIRA DAMA DE AZUL.

Queria muito que Marcela Temer visitasse o Sertão de Alagoas e conhecesse as mulheres dos povoados afetados: saem de casa de madrugada, andam de mototáxi ou bicicleta, com a criança espremida entre o motorista e o próprio corpo; tomam um carro da prefeitura na estrada, e não há isso de cadeirinha como manda a lei. A criança viaja no colo.

Chegam as duas cansadas, mas a criança irritada. Passam o dia sem comida e no calor, voltam à noite para casa. Algumas sem qualquer atendimento, pois o exagero da viagem desencadeia convulsões na criança e não há como acalmá-la.

Uma segunda geração de mulheres teve zika na gravidez, e seus filhos nasceram afetados pela síndrome neurológica. As mulheres da primeira geração discutem as aparições da síndrome a cada dia, “meu filho passou a ter hidrocefalia depois da microcefalia”, “o meu está internado”, “o meu tem dificuldades para beber líquido”.

Não sei se há alguém feliz nesta tragédia humanitária.



Talvez, haja gente aliviada pelo silêncio. Se não houve pressão pública pelo anúncio do primeiro ano da epidemia global, é porque o problema não mais existe: zika acabou no Brasil, dizem alguns.

Vamos cuidar da nomeação do ministro da suprema corte que acredita em tática bélica como solução para justiça, do cabelo raspado do milionário preso, ou do Carnaval que se aproxima.

Enquanto isso, as mulheres sobrevivem como podem a uma das maiores tragédias do Estado brasileiro, a epidemia do zika.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/as-mulheres-do-zika-foram-esquecidas


Autora: Débora Diniz é pesquisadora na Anis - Instituto de Bioética e integrante da Rede Nacional de Especialistas em Zika e Doenças Correlatas, do Ministério da Saúde. É autora de 'Zika - Do Sertão Nordestino à Ameaça Global' (Civilização Brasileira) e professora da UnB - Universidade de Brasilia

Evento criação da REDE Cibeativistas Mulheres Negras - CRIOLA - Rio de Janeiro (Confira as fotos)
























A “união faz a força, mas no Rio de Janeiro faz açúcar”!



Só temos que agradecer o momento de partilha e novas amizades feitas. Muitos estão se perguntando, o porquê de nossa ida e participação na criação da Rede Cibeativista de mulheres negras. Bem, vamos para nossas inquietações:

Ha muito tempo o branco domina todos e tudo. Há primórdios não respeitamos nossas diferenças. Há milhares de anos é uma classe que mais divide do que acolhe. Há poucos dias aprendemos mais do que ensinamos. Falar de igualdade é forte principalmente para a classe dominadora e que tem como fonte de renda o suor e das mãos calejadas daqueles que hoje lutam por direitos de igualdade.

Estamos falando da população negra de nosso país e de baixa renda. Falar em união é forte demais para na igualação de direitos entre ricos e pobre, brancos e negros, entre quem tem oportunidade de ter conhecimento, sendo réu do branco – estando ele como um deus mortal. Há anos o conhecimento é privilegio para burgueses e donos de grandes terras – latifundiários, hoje não é diferente.

Esquecer as ‘mazelas’ do passado. Tomar as dores de quem sofreu e sofre o racismo, a intolerância religiosa é comunhão que ninguém quer ter como aliada.  Quem é agredido jamais esquecerá daquilo que foi dito ou declarado por um olhar, um gesto, até mesmo um “não” mal dito. A “união faz a força, mais no Rio de Janeiro faz açúcar”! Expressão que não tinha lido, e muito menos escutado.

Vivemos nestes últimos anos com crise que por incrível que pareça, só existe na classe social de baixa renda. Numa comunidade sem esperança de dias melhores em quem devemos se espelhar? Como acreditar na união com o próximo? Se vivemos conectados a servidores ‘bugados’.

Não escrevemos por ‘buniteza’ mais por obrigação. Somos obrigados a acreditar que desde os primórdios, ricos são ricos – herdeiros soberbos, e pobres são pobres para fazerem ricos cada vez ricos. (?)

Na verdade nos primórdios das eras é que na disputa de classes sociais, tiram, prendem, roubam a dignidade do ser humano para serem pobres intelectualmente. A população negra jamais teve voz a tiva, como outrora! Quem detinha o conhecimento os prendia e negava – torturava e escravizava.

Somos brancos, mais sentimos vergonhados historicamente dos burgueses, e essa gente perturbadores e insolentes em fazer de um ser humano, um escravo. TODOS somos gente! Pensamos e temos a mesmo ar da vida.




Enquanto vivemos numa sociedade onde a distribuição de renda seja feita na maior parcela para ricos, representantes não do povo, mais do seu grupo de coligações e partidos, viveremos assim: Uma desordem mundial. O Ser humano não pode prever o futuro, mais tiram direitos e rouba, estraçalha e depois – cria um perfil nas redes sociais, para maquiar com artefatos de carros alegóricos mentido esbofeteando a nossa população que tem maior voz no VOTO.

A mulher foi à primeira programadora na área da informática, de mãos leves e delicadas, era a melhor na digitação - datilografia, na montagem de peças de computadores e automóveis. Com a delicadeza e sutileza a ela devemos muito, e nós homens render maior admiração e respeito.

Qual a maior diferença entre homens e mulheres? Não se diferencia por genitália, mais por cada um em sua particularidade, tendo seus ideais e dons peculiares, pessoais e intransferíveis – apenas um ser humano, mãe não por obrigação – mas por escolhas. Um ser leve e forte, um anjo que não se distingue em cor, mais por amor e afeição.

Temos deveres, queremos direitos. Queremos e cobramos no artigo 5º da constituição brasileira. Queremos respeito e não transparência manipulada no viés da tecnologia rakeada. Queremos é que se faça justiça não com as mãos, mais por seres humanos – humanos no direito escrito e no voto.





#SomosTodosGaby
Maria Carolina & Joselito Alves, pais de gaby.
Acesse e leia por completo:

http://somostodosmariagabriela.blogspot.com/