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MULHERES NEGRAS E POBRES. Estudo revela que oito em cada dez bebês que nasceram com microcefalias faz parte da estatística.

MULHERES NEGRAS E POBRES.
Estudo revela que oito em cada dez bebês
que nasceram com microcefalias faz parte da estatística.

Resultado de imagem para zika em alagoas
G1 - Globo.com 

BRASIL – 22 de Novembro de 2017. Estudo revela que oito em cada dez bebês que nasceram com microcefalia congênita do zika vírus, são de mulheres negras. Aqui na Paraíba, não é diferente mulheres e crianças são maiores vitimas da negligência do Estado.  Segundo a estudiosa Debora Diniz, os maiores indicadores são de mulheres pobres e negras, relata em seu livro “Zika: do Sertão Nordestino à Ameaça Global” contribui para ampliação da desigualdade em nosso país, em especial no nordeste local onde é esquecidas das elites de Brasília.

O casal Maria Carolina e Joselito, são pais de Maria Gabriela também não sendo diferente da demais aglomeração de familiares que passam por dificuldades estruturais e faltas que vão além de serviços públicos, até assistência de insumo para sua filha Gaby. Para a base e elite o BPC é o suficiente para famílias poderem dá condição de dignidade e mobilidade a crianças nascidas de uma desatenção governamental. A conta negativa em no final do mês, não sobra nenhum dinheiro para completar a despesas da família.

Ser negra e pobre é condição de maior vulnerabilidade na de reabilitação de suas crianças, a desigualdade paira na população mais carente.  A elite do atraso esta dentro da politica e para piorar não representa essa população que nasceu e hoje respira e tem sede de JUSTIÇA.

A família Carol e Joselito, foi para o lançamento do livro da professora e antropóloga Débora Diniz, da UnB – Brasília. Lá enfatizaram que “temos que sair do conformismo, da zona de conforto, sair dos palácios e sentir a população, não somos robotizados e meros números, - SOMOS GENTE!” relata Carol. Brasília é uma bolha que é insolúvel comparada aos estados brasileiros. O estado põe a culpa nas famílias e tira de “tempo” sua responsabilidade com mulheres e crianças que pairam nas incertezas de dias melhores.

É claro como é feito o tratamento da população, inclusive mulheres e crianças. É taxativo na TV e banners de divulgação governamental. Nele é exposto que devemos matar o mosquito, logo onde estão as mulheres? As crianças? Cadê assistência? Cadê o repelente? São esquecidas e negadas o poder de acessar tais assistências nos postos de saúde em cada município? Faltaram recursos!

Quando o governo atribui guerra a um mosquito, está deixando de lado o acesso digno de qualidade de vidas, essas mães e crianças.  Cadê assistência? Essa onda de desastres a exemplo do Zika Vírus são reflexos da deserdem de como essas elites tratam o meio ambiente. Por trás está a falta de saneamento, de coleta adequada de lixo, acesso à água encanada ou cisternas de placas – coisa que no nordeste é dado por favores políticos ou a semelhados.

O que a mídia não trás e muito menos nossos governantes de que “ no Ceará 93,9% das mães de bebês com má-formação ligada ao Zika são negras”,  sendo que “66,4% da população do Estado está ligado aos pardos e negros.

Conforme publicado na Folha Uol, afirma que via Lei de Acesso a Informação referem a 44,2% das 8.703 notificações feitas pelos estados ao governo federal até 23 de julho – na maioria não foi preenchido o campo de COR/RAÇA. Para que negar, governo?  Não podemos se curvar a tantas irregularidades que afetam nas vidas de mulheres, mães e das crianças. 
Famílias que buscam o melhor na luta diária.


Maria Carolina e Joselito Alves, pais de Gaby.

Fé, amor e dedicação. Faz bem, quem faz o bem!


PARAÍBA. O centro de pesquisa IPESQ (Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto), localizado em Campina Grande. Vem fazendo um trabalho impar com mulheres, mães e crianças que abrange as cidades circunvizinhas.  A responsável por dá vida e qualidade na assistência vem dá médica Adriana Melo. Com esforços próprios e de familiares, amigos e apoiares/empresas vêm proporcionando a assistência a um concentrado de mães do interior paraibano que tem seus filhos acometidos da Microcefalia congênita do Zika Vírus.



Fé, amor e dedicação. Ela vê com um olhar de esperança, crianças com qualidade de vida. Nós, como pais, e participantes, estamos unindo forças para que essa boa ação possa ser contagiada por todos. Um exemplo de amor ao próximo, dedicação ao trabalho, em reunindo os melhores profissionais para realização de atividades em fisioterapias, exames e interacionamento grupal de famílias, que merecem ser respeitadas pela sociedade e pelos os governantes atuais.


Saiba como ajudar mães e famílias.
Ou diretamente no link ( http://ipesq.org.br/doacoes-ipesq/ )

Doações de leites, fraudas e insumos para crianças com microcefalia.

#AmorMaior



ESPERANÇA. NENHUM DIREITO A MENOS.


Agindo de má fé e descumpre judicialmente a tutela antecipada. Desconhecem o que assinam?

Há quase dois anos e nada mudou em nossas vidas de quem tem filhos com microcefalia da síndrome congênita do Zika Virus. Municípios não dão assistência, e muito menos oferecem o transporte, tiro por exemplo o nosso município de Esperança/PB.

Nesse sábado 18/11/2017 estava marcado no hospital Laureano e a clinica Eco Medial Center financiado pelo o IPESQ, sendo que a prefeitura entrava em parte com o transporte para fazer o translado de Gaby. E a prefeitura de esperança alegou que ‘não tem transporte no sábado para realização’ desses serviços. Gaby tem 1 ano e 8 meses e é portadora da síndrome congênita do Zika vírus. HOJE LAMENTAMOS, POR GABY NÃO SER RESPEITADA DENTRO DE NOSSO MUNICÍPIO. Só temos que agradecer a pessoas solidarias que diretamente nos apoia, seja por conversa, cursos, conhecimento e familiares.

Muitos não sabem o que é ter uma criança especial, se tratando de SUS, diferente do que é publicado oficialmente, oferecem a população como ‘FAVOR’, ISSO É EQUIVOCADO! SAÚDE É DIREITO. Os municípios não se dão conta de por trás de crianças, existe vidas, pais que amam e cuidam, famílias.... O Zika hoje é para ciência um enigma, e para as famílias um dia após o outro de lutas por tratamento digno.

Não somos a verdade, mais tentamos expor o que se passa por meios de dois portais, a página no facebook de Gaby (https://www.facebook.com/somostodosgaby/) e o blogger #SomosTodosGaby com mais de 100.000 acessos em termo mundial.

Hoje nos deparamos com isso.

O silêncio. Transformado em negar. Burlar. Oprimir. Subornar. Usufruir. Usurpar. Tirar.

Não há inverdade. Para a verdade. Muda gestão e entra gestão. O secretario tem o mesmo perfil do anterior. O poder transforma em reis, rainhas - “dondocas” e deuses. E, como sempre a constituição é rasgada, vetadas municipalmente valores, éticas da vida humana.

Sei que muitos políticos estão lendo esse post, não se preocupa. O reinando desse mundo passa.

GABY não quer favor! Gaby quer DIREITO. Dignidade. Amor. Carinho e Respeito.

Estamos na luta diária, não vamos baixar a cabeça.

#NenhumDireitoAMenos
#SomosTodosGaby
#MicrocefaliaDOZikaVirus




FALA DE MARIA CAROLINA E JOSELITO ALVES NA FORMATURA DO CURSO DE JURISTA POPULAR - FUNDAÇÃO MARGARIDA MARIA ALVES

A P R E S E N T A Ç Ã O
Maria Carolina, formanda do curso de jurista popular, estudante do curso de Pedagogia, Cibeativista, blogueira, casada com Joselito também formando em Jurista popular, mãe de duas crianças sendo João Gabriel e maria Gabriela, sendo essa especial. Sua frase de lutas diárias é “Ela veio para unir e não para separar. Ela é nosso amor incondicional. Eles dois são bênçãos para nossas Vidas”.




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F A L A N A Í N T E G R A.

Aos facilitadores, convidados e equipe da Fundação Margarida Maria Alves , a Anis - instituto de Bioética de Brasília que nos incentivou até aqui.
Nossos agradecimentos a Deus EM CRISTO por esse momento único que com certeza mostramos a forma de ser FAMÍLIA.

Boa noite a todos e a todas.



Nos faltam palavras para agradecer aos que acreditaram numa família frágil do ponto de vista natural, mas forte diante a tantos ataques da negligência do estado. Como expressar nossos sentimentos na conclusão do curso? Há simples. Conhecimento. Busca. Uma rede de contatos. Todos na mesmas buscas. Garantias de direitos. Diferentes pessoas. Diferentes causas. Mais com a mesma sintonia. Rasgam a constituição a favor dos pobres e necessitados. Favor, caridade são formas de ação de nossos governantes para tratar com a camada que mais necessita ser ouvidas.






Direito é difícil demais para quem não tem o que comer em casa. Direitos são rompidos por falta de conhecimento, mas com o conhecimento ainda paira a incerteza e a demora na busca de famílias a serem ouvidas. Não estamos sós. Não sou eu e Joselito/carol. São famílias que clamam por dignidade. Ora, quem tem condições – vulgo dizer; classe rica – mas pobre de caráter, moral e sem espiritualidade em Cristo Jesus.  
Falamos de nós, pois somos nós que fazemos a diferença. Ida a Brasília (http://anis.org.br/), São Paulo no relatório internacional (www.hrw.org) sobre família do zika, Rio de Janeiro evento importante para formação de rede de proteção de mulheres negras (http://criola.org.br/), e em Maceió encontro com famílias afetadas pelo o zika vírus. Queremos ser ouvidos. Saber que somos gente e nossos filhos também têm direito assim como as dos ricos. Pergunto a vocês. Quantas vezes o governo do estado nos ouviu? As universidades locais nos ouviu? O silêncio. Cadê o berço acadêmico e de pesquisa? Aonde foram fazer universidade? Compram títulos? Cadê a contribuição social? Somos leigos, mas temos base.




A fundação Margarida Maria Alves (http://www.fundacaomargaridaalves.org.br/) assume um papel importantíssimo nessa formação extra-curricular de formação periférica de pessoas na busca de revelação de direitos para buscarem em suas lutas coragem na enfrentaria contra o preconceito e discriminação.

Certa vez uma jornalista aqui da Paraíba a nos entrevistar, disse: “Temos que dramatizar para a vida de vocês para ganhar doações”. Não queremos doação. Coisa que não é má, mas queremos ser ouvidos/as, mostrar que por traz de crise nacional política, moral e da saúde , estão famílias que na época nem sabiam que um mosquito iria unir famílias, digo unir pois o que a mídia retrata é que o zika fez foi separação de lares, mas quando se crê fielmente, temos a família como base, tem-se tudo.

Outra vez em São Paulo no lançamento do relatório internacional sobre a epidemia aqui no Brasil, somos honrosamente convidados a sentar na mesa com pesquisadores americanos e conhecer, pasmem os ‘grigos’. Pulou um jornalista da Globo News, falamos do nosso corte do bolsa família por conta de miseráveis 14 reais. A entrevista até hoje não foi pro ar. Por que não foi? Somos ladrões? Como diz o ditado “pau que dá em chico não dá em Francisco”. Pagamos impostos surreais, entre 100 reais abastecidos devolvemos ao governo, mas de 30%. Para onde vão esses impostos? De um governo ilegítimo, corta gastos dos mais carentes. Olha inversão de valores, pobre é gasto. Saúde para pobre é gasto, educação é gasto...

Deputados custam R$ 1 bilhão por ano ao contribuinte.

Piso salarial para o magistério: R$ 1.917,78 (www.guiadacarreira.com.br)


É ilícito receber 180 reais do bolsa família? Ou sonegar impostos? Desviar verba pública?
Viver com R$234,25. Para quem não tem é riqueza imensurável. Mas para quem tem conhecimento de políticas públicas esse valor é irônico quando se comprado com o salário de um deputado federal. Esse valor de R$234,25 é o café da manhã desses profissionais que legislam as leis aqui no brasil.
Ô mídia. Como és perversa. Tem o poder de condenar e absolver alguém? Por isso não podemos a se calar em falar a verdade, mesmo que doa. Mas sabemos que não estamos sós. Não queremos palmas, não queremos fotos, não queremos viagem – como muitos dizem conosco, não queremos um olhar morto de pessoas descrentes, não queremos um abraço, não queremos trocar de filhos, pois essa que temos já é o maior ganho que temos.


É mais fácil amar a humanidade
inteira do que amar o seu vizinho.
(Eric Hoffer)
O Amor.
O respeito.
A dignidade humana.
Inicia na família.
Quando não encontra nela, o mundo desvia seu olhar e o modo de pensar, fazendo escravo de si mesmo.


Maria Carolina, Joselito Alves. Pais de Gaby.
Acesse o blog

JURISTA POPULAR. Faz direito, fazendo direito.


Faz direito, 

fazendo o direito.



SETEMBRO – Maria Carolina e Joselito, um casal da Cidade de Esperança, estado da Paraíba com filha acometida do zika vírus congênita estará se formando no curso de iniciativa popular para formação de conscientização em direitos humanos, penal, trabalhistas e civil. O Jurista Popular pela a instituição que há mais de 20 anos promove ações em defesa de direitos humanos no estado da Paraíba.

Uma das caracterizados do jurista popular é semear dentro de sua comunidade ações que promovam acesso à informação as que necessitam de direitos. Direitos que já estão conquistados, mas que devem ser provocados.

Cysberativismos atua dentro de grande rede mundial, - a internet. Saber promover atividades que geram fidedignidade da informação e na prospecção de conscientização de um povo que necessita de apoio governamental limpa.

Quando se tem conhecimento ninguém pode nos lesar. Quando se tem noções de direitos podemos ir mais além, Diz Maria Carolina mãe da pequena Gaby. A Fundação Maria Margarida Alves na Capital João Pessoa celebra um marco da diversidade de alunos, gênero e situação/casos em vários locais no estado.

As aulas contaram com professores convidados e de trocas de experiências entre profissionais da lei e participantes ativos na sociedade.

Blog #SomosTodosGaby

GUARDEM A FALA NA INTEGRA DE FORMATURA PROFANADO POR MARIA CAROLINA E JOSELITO ALVES. SERÁ PUBLICA NESSE BLOG A PARTIR DAS 19H30 ACOMPANHEM... (Link de acesso)




QUEM MATOU A JUSTIÇA?



À Senhora Deputada,
Angela Albino (PCdoB-SC),

Estamos felizes por ler seu projeto que tramita na câmera dos deputados em Brasília, o qual lemos no link (http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ASSISTENCIA-SOCIAL/538253-PROPOSTA-SUSTA-CRITERIOS-PARA-ACESSO-AO-BENEFICIO-DE-PRESTACAO-CONTINUADA-(BPC).html# ) Precisamos de defensores assim como você!

Bem, nós não nos apresentamos!?

Sou Maria Carolina. Mãe de uma criança especial vitima da epidemia do zika vírus. Moramos na cidade de Esperança, Estado da Paraíba/PB.
Junto de Joselito, meu esposo, temos dois filhos. Sendo Gaby portadora da Síndrome congênita do zika vírus e João Gabriel com três anos de idade.
Vivemos numa casa simples e humilde, moramos na Zona Rual na mesma cidade em casa cedida, somos filhos de agricultores analfabetos, mais que com muito esforço nos deu educação suficiente para escrever esse e-mail e dá-lhes os parabéns, e poder apresentar o blog que narra nossa luta, luta essa somatória de mais de 1200 famílias nordestinas.

Nossa luta é grande, conheça o Caso Gaby no link - http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/

Sentiríamos honrado poder participar desse debate aí em Brasília e poder dizer que vivemos e temos a prova que o valor do BPC  de R$234,25 é inferior a realidade imposta pelo o Governo Federal, como condição de riquezas.

Isso, quando se soma a quatro pessoas, sendo Gaby que dedicamos mais de 60% do valor de R$937,00 para ela.

Forçar a viver por mês com R$234,25 é cruel não acha? Ainda mais se tratando de casos já identificados do ZIKA, e com a alerta global?

Força o corte de renda é cruel? E o direito de poder trabalhar dignamente para agrupar não riqueza, mas dignidade de vida como diz na própria constituição brasileira. Mais cruel ainda é sabermos que aos poucas menos parlamentares tem compromisso com famílias, com criança devidamente qualificada na constituição brasileira como GENTE, e não como ‘sombra’ ou ‘gargalo’ público.
As despesas são enormes!

Mais enorme ainda é saber que estamos vendo aos poucos crianças serem mortas por falta de leito especializados (- é horrível ver crianças sendo mortas pela desumanização do poder publico, que deveria acolher humanamente), mães aflitas, médicos desorientados, capitalistas e desumanos, políticos insensatos e corporativistas. Salvo as exceções.

Denuncia grave, e pouco a justiça faz. Não há justiça? Quem matou a justiça? Veja o que o poder publico não enxerga ( http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/maes-de-bebes-com-microcefalia-fazem-passeata-no-recife-para-denunciar-mortes-e-falta-de-apoio.ghtml )

Maria Carolina Mãe de Gaby, meu WhatsApp 83-968118274

Blog #SomosTodosGaby – link http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br

#SomosdaeradoZikaVirus
#SomosGente
#QueremosSerOuvidas

#QueremosRespeito

O GOVERNO SILENCIOU A VOZ DAS MULHERES NORDESTINAS.

O GOVERNO SILENCIOU A VOZ DAS MULHERES NORDESTINAS.
O poder público nega direitos fundamentais garantidos na constituição brasileira.



As mulheres lutam, buscam e vencem o dia a dia!

SÃO PAULO - Na última quinta-feira, foi realizada a apresentação de um relatório sobre efeitos contrários do que o governo impõe na mídia como ‘esta ajudando família com filhos vitima do zika vírus’. O relatório é taxativo e nela não a contradição nos fatos. Mulheres e crianças estão esquecidas e desprotegidas do poder público. Com apoio de uma organização internacional e não governamental a Human Rights Watch (https://www.hrw.org/pt-br) a família nordestina veio a São Paulo exclusivamente para o laçamento do relatório internacional " Esquecidas e desprotegidas: O impacto do virus zika nas meninas e mulheres no nordeste brasileiro".

Carol mãe de uma criança especial fechou a apresentação com a seguinte indagação: “ Vocês vivem com R$250,00 por mês?” Um dos critérios do BPC – Beneficio de Proteção continuada que é ofertada a famílias vitimas da desigualdade social e convivente a mais de 40 anos no brasil com o mosquito Aedes aegypti causador não só do zika, mais dá malária, dengue e da chikungunya.

Quais são as ajudas do governo brasileiro? Indagou Carol.


O Corte de renda das famílias esta em destaque, famílias essas que deve ter o respeito do poder público pela negligencia sofrida principalmente das mulheres que no começo da epidemia não tinham informação de como se prevenir contra o zika virus, pois o governo inerte não honra perante lei fundamental, sendo essa da informação, sexual e reprodutivo, direitos da criança, dos deficientes e sobre tudo da seguridade social - INSS.

Os abandonos sem medidas governamentais são:

Corte de renda ao BPC – Beneficio de proteção continuada;

Família que recebe o BPC tem corte no programa da bolsa família (o corte aqui é feito aos poucos de cada grupo familiar para não alarmar a mídia internacional) e outros programas sociais;

(sob alegação de aumento da renda familiar) entendemos que esse programa é um auxilio a complementar a renda família – que é sofrida pela a centralização da classe média. Mas o governo federal reverteu esse programa como RENDA para que FAMÍLIAS VITIMAS da negligência do poder público não recebem como beneficio social mais como recurso financeiro – entrando assim como corte de renda.

Tratamento dentro dos municípios - OBRIGATÓRIO;

Direito a informação das famílias sobre o desenvolvimento das crianças – e o psicológico das mães nessa luta diária;

Direito a repelentes – que é o ÚNICO meio de evitar o zika vírus infectar as gravidas.

Direito a crianças com deficiência e a família que sofrem por opressão governamental aos que falam a verdade e não podem exercer o direito fundamental no artigo 5º da constituição brasileira – o direito de trabalhar formalmente – e alimentar a família honestamente.

Em municípios do interior a figura paternal é tida como “Visita”, neste negam o direito de poder acompanhar nas consultas e translado a fisioterapias de suas crianças. Lei federal garante que PAI não é visitante perante Lei Federal n 11.108/2005.

Medicamentos e suplementos alimentares comprados e não ofertado pelo o sistema SUS. Tais estes que médicos indicam (na alegação de que as crianças recebem o BPC para custear a vida delas mesmas no que precisarem, mas esquecem de que existe uma família inteira que o próprio BPC tira o direito de componentes familiar o DIREITO DE PODER TRABALHAR e complementar a renda’) para crianças portadora da Síndrome congênita do zika virus ultrapassa R$400,00 mensais - nas compras desses suplementos alimentares e que garante a crianças uma vida com dignidade e saúde.

Com o valor restante do que governo ‘honrosamente’ diz oferta, o restante para o grupo familiar é OBRIGADO a custear a vida com R$ 179,00 por pessoa.
Agora vamos mais adiante: - E você vive com R$179,00 por mês?
Onde está a dignidade humana?

Onde está o direito em repercussão internacional?

Onde está o governo que paga fortunas para jornais publicarem ações “governamentais” que iludem famílias vitima do descaso e negligencia do governo brasileiro?

Onde está a justiça desse país?

Onde está os direitos humano nacional e internacional?

Onde está ‘você’ que diz que a ‘culpa são das mulheres’ por não ter evitado? (Mais como evitar se não sabíamos)

Onde estão os que ‘culpam as crianças’?        
     
Até onde vai parar esse desabono cruel de vidas sendo esquecidas e contra ponta dada o governo um “auxilio” BPC, apenas um R$937,00 para custear uma vida digna a famílias?

O governo silenciou a voz das mulheres. Dando o BPC como "Caridade"?

Necessitamos muito mais do que um salário – que o custo é alto para crianças especiais.

Sabem fazer leis para TIRAR e ROUBAR DIREITOS NOSSOS, mas esquecem que são eleito pelo o voto nosso.

Onde esta você que lê. E não faz nada.


Joselito Alves e Maria Carolina, pais de Gaby vitima assim como mais de 2 mil crianças, não do Zika Virus mais da falta de amor do governo brasileiro. Crianças esperam muito mais do que um salário. Vidas querem respeito e que se faça comprimir no artigo 5º da constituição brasileira.

NA CRUZ E A ESPADA DOS DIREITOS HUMANOS: O ZIKA VÍRUS VEIO DENUNCIAR A NEGLIGÊNCIA DO GOVERNO EM NOSSOS ESTADOS E MUNICÍPIOS.

Arte criada por Joselito - Exclusivo para o Blog
Fonte: Arquivo pessoal

NO LIMITE DO TEMPO:  Human Rights Watch é uma organização internacional não-governamental que defende e realiza pesquisas sobre os direitos humanos.  Maria Carolina e Joselito Alves pais da caçula Gaby que é portadora da Síndrome congênita do Zika vírus irão a São Paulo nesta próxima Quarta para uma roda de entrevista junto com pesquisadores nacionais e internacionais, doutores de direitos humanos.


“Tratar nossos filhos hoje é um sacerdócio, não podemos esquecer que com a informação nossa filha não teria corrido o risco de ter nascida com complicações pós-parto, e hoje o tratamento existe, mas falta atenção básica e humana a nós mulheres e mães. Em sua grande maioria crianças vítimas padecem por cirurgias, direitos que buscamos na justiça local em Esperança, Estado da Paraíba e a justiça parada – inerte, é um exemplo atual. Na época da epidemia todos os ‘holofotes’ estavam em nós, à justiça? Nem aí.” Relata Carol, mãe de Gaby. Quem garante que o Zika Vírus não voltará?


O Human Rights Watch (https://www.hrw.org/pt-br) está promovendo um evento e a família participará em São Paulo para o evento internacional onde a família não tem medo de dizer a verdade, de que “queremos uma vida, mas uma vida com dignidade e não com propaganda eleitoral e coitadinha, queremos nosso direito de mulher e da criança” enfatiza a mãe que é ativista nas redes sociais.


Microcefalia não é o problema maior. O maior problema é a falta de estudos e incentivos dos governos para dizer até quando podemos dá dignidade aos nossos filhos. Atualmente o BPC-Benefício de prestação continuada, tira direitos dos pais poderem trabalhar e complementar uma vida melhor, quando se trata de famílias com quatro indivíduos. “Não posso assinar a carteira e sou obrigado a trabalhar na informalidade – sem direitos trabalhistas, pela uma condição que é DIREITO para crianças VÍTIMAS do DESCASO do Governo Federal, para complementar a renda familiar”, diz Joselito pai de Gaby. Gaby é especial, e sob alegação de uma lei ou vivemos com um salário mínimo, como é instituído lei, que para alguns é motivo de riqueza, mas para famílias afetadas pelo o descaso do governo brasileiro, famílias exigem respeito e de direito, até porque não deram, e não dão assistência como está descrita nas leis brasileiras tanto na constituição como no estatuto da criança e do adolescente.


Maria Carolina e Joselito Alves vivem na cidade de Esperança, Estado da Paraíba, cidade onde tem 32 mil habitantes, distante da capital 185 km. Maria Gabriela filha caçula da família tem um ano e cinco meses de idade, o casal ainda tem outro filho João Gabriel. Descobriram que a filha tinha microcefalia quando a criança nasceu.


Fonte: Arquivo pessoal 
Relatado pelo o pai que a “enfermeira plantonista chorou frente a mãe, e o médico nem para vê a criança e nem a assistência necessária. Chegando no segundo dia, a Gaby aos gritos com fome, para piorar o quadro ela ficou em estado febril de 39Cº com suspeita de infecção pré uterina, no hospital por não possuir suporte legal para parto de alta complexidade e muito menos UTI NEONATAL. Nasci Gaby de um parto feito as ‘escuras’. Em cidade do interior lei é tratado apenas para os engravatados e possuir de bens matérias, sendo negligenciado e diferem a acreditar que pai é acompanhante, comovido o pai fala.


A princípio está família lutadora é a primeira que se faz adentrar com processo cautelar a favor de garantias de direitos, sendo um deles o de transporte restando o mínimo que a prefeitura da cidade Esperança deve cumprir. O início do processo é varias negligencias que por sorte gaby é sobrevivente não dá epidemia, mas pela má orientação no pré-parto e pós parto. “E, se minha filha tivesse morrido?” diz Carol extremamente chocada.


Será que só existem direitos quando há uma morte negligenciada? Um processo que poderia ter evitado, mas evidencia ‘nudamente’ como era feito o pré-natal antes do zika. Carol é dá primeira fase do zika vírus, o diagnóstico na época era “dengue fraca”, “Gripe”, “Resfriado”, e como muitas das vezes não tinha médico, e restando a enfermeira atender e prescrevia medicamentos. “vá para casa e tome dipirona” diz o pai de gaby, ao se tratar no pré-natal sua esposa Carol.


Não podemos se calar. Não podemos acreditar que o hoje será para sempre. Essas crianças necessitam de ajuda. Famílias necessitam de apoio emocional, estrutural e financeiro. Crianças precisam de cirurgias que se depender do SUS, digo desses profissionais (Governantes e más profissionais de saúde) que estão por trás desse Sistema, crianças irão morrer. As necessidade são as órteses, cadeiras de roda, óculos, fraldas, leite, medicamentos, profissionais humanos, prefeitos municipais sensíveis à causa, deputados estaduais e federais que responsáveis. Num anúncio uma médica no Estado de Pernambuco - Recife, atribuindo aos nossos filhos como ‘GERAÇÃO PERDIDA’, Precisamos de um Governo Federal brasileiro amante da constituição e não do status e da soberba.


-Necessitamos ser ouvidos e menos criticados.
-Queremos respeito e menos mídia governamental eleitoreira.
-Queremos uma vida digna e de qualidade.
-A mulher deve ter o poder de escolha, evitando sofrimento mental e psicológico (depressão pós-parto).
-Não podemos aceitar a condição de miserabilidade para nossos filhos VÍTIMAS da FALTA de atenção básica.


-Não PODEMOS ser convivente com a morte aos poucos das mães e crianças que padecem no acompanhamento de VÍTIMAS do descaso sobrenatural do SUS e Judiciário.


O Brasil maior continente de extensão territorial rico em sua natureza, governado pelos os banqueiros sugam tudo. O que sobram são os desastres e sequelas hoje que indenização não poderá pagar. O exemplo do Rompimento de barragem em Mariana. Deixando alertando o mundo para a febre amarela, mesmo mosquito transmissor da dengue e do zika vírus.


Um evento realizado no Brasil, e uma família que luta contra o poder público que até hoje negligência e para processo judicial para encoberta artefato de desumanização em famílias nordestinas.



Matéria exclusiva e dedicada ao blog #SomosTodosgaby


ESSA CONQUISTA É NOSSA!



Olá querida e querido,

Sou Carol mãe de Gaby. Estamos nessa luta desde o dia de seu nascimento. Somos da era do Zika Vírus. Ele aparentemente se foi, mas as sequelas ficaram. A campanha realizando o sonho de Gaby tem o proposito de melhor a condição de vida dela acessível dentro de casa como alargamento de portas, banheiro e cama e utensílios essências para acessibilidade da gaby.

Doe. Ame.

Clique nesse link e saiba como doar.
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Maria Carolina Silva Flor
Ativista e Mãe de uma criança

especial vitima do Zika Virus.