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QUEM MATOU A JUSTIÇA?



À Senhora Deputada,
Angela Albino (PCdoB-SC),

Estamos felizes por ler seu projeto que tramita na câmera dos deputados em Brasília, o qual lemos no link (http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ASSISTENCIA-SOCIAL/538253-PROPOSTA-SUSTA-CRITERIOS-PARA-ACESSO-AO-BENEFICIO-DE-PRESTACAO-CONTINUADA-(BPC).html# ) Precisamos de defensores assim como você!

Bem, nós não nos apresentamos!?

Sou Maria Carolina. Mãe de uma criança especial vitima da epidemia do zika vírus. Moramos na cidade de Esperança, Estado da Paraíba/PB.
Junto de Joselito, meu esposo, temos dois filhos. Sendo Gaby portadora da Síndrome congênita do zika vírus e João Gabriel com três anos de idade.
Vivemos numa casa simples e humilde, moramos na Zona Rual na mesma cidade em casa cedida, somos filhos de agricultores analfabetos, mais que com muito esforço nos deu educação suficiente para escrever esse e-mail e dá-lhes os parabéns, e poder apresentar o blog que narra nossa luta, luta essa somatória de mais de 1200 famílias nordestinas.

Nossa luta é grande, conheça o Caso Gaby no link - http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/

Sentiríamos honrado poder participar desse debate aí em Brasília e poder dizer que vivemos e temos a prova que o valor do BPC  de R$234,25 é inferior a realidade imposta pelo o Governo Federal, como condição de riquezas.

Isso, quando se soma a quatro pessoas, sendo Gaby que dedicamos mais de 60% do valor de R$937,00 para ela.

Forçar a viver por mês com R$234,25 é cruel não acha? Ainda mais se tratando de casos já identificados do ZIKA, e com a alerta global?

Força o corte de renda é cruel? E o direito de poder trabalhar dignamente para agrupar não riqueza, mas dignidade de vida como diz na própria constituição brasileira. Mais cruel ainda é sabermos que aos poucas menos parlamentares tem compromisso com famílias, com criança devidamente qualificada na constituição brasileira como GENTE, e não como ‘sombra’ ou ‘gargalo’ público.
As despesas são enormes!

Mais enorme ainda é saber que estamos vendo aos poucos crianças serem mortas por falta de leito especializados (- é horrível ver crianças sendo mortas pela desumanização do poder publico, que deveria acolher humanamente), mães aflitas, médicos desorientados, capitalistas e desumanos, políticos insensatos e corporativistas. Salvo as exceções.

Denuncia grave, e pouco a justiça faz. Não há justiça? Quem matou a justiça? Veja o que o poder publico não enxerga ( http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/maes-de-bebes-com-microcefalia-fazem-passeata-no-recife-para-denunciar-mortes-e-falta-de-apoio.ghtml )

Maria Carolina Mãe de Gaby, meu WhatsApp 83-968118274

Blog #SomosTodosGaby – link http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br

#SomosdaeradoZikaVirus
#SomosGente
#QueremosSerOuvidas

#QueremosRespeito

O GOVERNO SILENCIOU A VOZ DAS MULHERES NORDESTINAS.

O GOVERNO SILENCIOU A VOZ DAS MULHERES NORDESTINAS.
O poder público nega direitos fundamentais garantidos na constituição brasileira.



As mulheres lutam, buscam e vencem o dia a dia!

SÃO PAULO - Na última quinta-feira, foi realizada a apresentação de um relatório sobre efeitos contrários do que o governo impõe na mídia como ‘esta ajudando família com filhos vitima do zika vírus’. O relatório é taxativo e nela não a contradição nos fatos. Mulheres e crianças estão esquecidas e desprotegidas do poder público. Com apoio de uma organização internacional e não governamental a Human Rights Watch (https://www.hrw.org/pt-br) a família nordestina veio a São Paulo exclusivamente para o laçamento do relatório internacional " Esquecidas e desprotegidas: O impacto do virus zika nas meninas e mulheres no nordeste brasileiro".

Carol mãe de uma criança especial fechou a apresentação com a seguinte indagação: “ Vocês vivem com R$250,00 por mês?” Um dos critérios do BPC – Beneficio de Proteção continuada que é ofertada a famílias vitimas da desigualdade social e convivente a mais de 40 anos no brasil com o mosquito Aedes aegypti causador não só do zika, mais dá malária, dengue e da chikungunya.

Quais são as ajudas do governo brasileiro? Indagou Carol.


O Corte de renda das famílias esta em destaque, famílias essas que deve ter o respeito do poder público pela negligencia sofrida principalmente das mulheres que no começo da epidemia não tinham informação de como se prevenir contra o zika virus, pois o governo inerte não honra perante lei fundamental, sendo essa da informação, sexual e reprodutivo, direitos da criança, dos deficientes e sobre tudo da seguridade social - INSS.

Os abandonos sem medidas governamentais são:

Corte de renda ao BPC – Beneficio de proteção continuada;

Família que recebe o BPC tem corte no programa da bolsa família (o corte aqui é feito aos poucos de cada grupo familiar para não alarmar a mídia internacional) e outros programas sociais;

(sob alegação de aumento da renda familiar) entendemos que esse programa é um auxilio a complementar a renda família – que é sofrida pela a centralização da classe média. Mas o governo federal reverteu esse programa como RENDA para que FAMÍLIAS VITIMAS da negligência do poder público não recebem como beneficio social mais como recurso financeiro – entrando assim como corte de renda.

Tratamento dentro dos municípios - OBRIGATÓRIO;

Direito a informação das famílias sobre o desenvolvimento das crianças – e o psicológico das mães nessa luta diária;

Direito a repelentes – que é o ÚNICO meio de evitar o zika vírus infectar as gravidas.

Direito a crianças com deficiência e a família que sofrem por opressão governamental aos que falam a verdade e não podem exercer o direito fundamental no artigo 5º da constituição brasileira – o direito de trabalhar formalmente – e alimentar a família honestamente.

Em municípios do interior a figura paternal é tida como “Visita”, neste negam o direito de poder acompanhar nas consultas e translado a fisioterapias de suas crianças. Lei federal garante que PAI não é visitante perante Lei Federal n 11.108/2005.

Medicamentos e suplementos alimentares comprados e não ofertado pelo o sistema SUS. Tais estes que médicos indicam (na alegação de que as crianças recebem o BPC para custear a vida delas mesmas no que precisarem, mas esquecem de que existe uma família inteira que o próprio BPC tira o direito de componentes familiar o DIREITO DE PODER TRABALHAR e complementar a renda’) para crianças portadora da Síndrome congênita do zika virus ultrapassa R$400,00 mensais - nas compras desses suplementos alimentares e que garante a crianças uma vida com dignidade e saúde.

Com o valor restante do que governo ‘honrosamente’ diz oferta, o restante para o grupo familiar é OBRIGADO a custear a vida com R$ 179,00 por pessoa.
Agora vamos mais adiante: - E você vive com R$179,00 por mês?
Onde está a dignidade humana?

Onde está o direito em repercussão internacional?

Onde está o governo que paga fortunas para jornais publicarem ações “governamentais” que iludem famílias vitima do descaso e negligencia do governo brasileiro?

Onde está a justiça desse país?

Onde está os direitos humano nacional e internacional?

Onde está ‘você’ que diz que a ‘culpa são das mulheres’ por não ter evitado? (Mais como evitar se não sabíamos)

Onde estão os que ‘culpam as crianças’?        
     
Até onde vai parar esse desabono cruel de vidas sendo esquecidas e contra ponta dada o governo um “auxilio” BPC, apenas um R$937,00 para custear uma vida digna a famílias?

O governo silenciou a voz das mulheres. Dando o BPC como "Caridade"?

Necessitamos muito mais do que um salário – que o custo é alto para crianças especiais.

Sabem fazer leis para TIRAR e ROUBAR DIREITOS NOSSOS, mas esquecem que são eleito pelo o voto nosso.

Onde esta você que lê. E não faz nada.


Joselito Alves e Maria Carolina, pais de Gaby vitima assim como mais de 2 mil crianças, não do Zika Virus mais da falta de amor do governo brasileiro. Crianças esperam muito mais do que um salário. Vidas querem respeito e que se faça comprimir no artigo 5º da constituição brasileira.

NA CRUZ E A ESPADA DOS DIREITOS HUMANOS: O ZIKA VÍRUS VEIO DENUNCIAR A NEGLIGÊNCIA DO GOVERNO EM NOSSOS ESTADOS E MUNICÍPIOS.

Arte criada por Joselito - Exclusivo para o Blog
Fonte: Arquivo pessoal

NO LIMITE DO TEMPO:  Human Rights Watch é uma organização internacional não-governamental que defende e realiza pesquisas sobre os direitos humanos.  Maria Carolina e Joselito Alves pais da caçula Gaby que é portadora da Síndrome congênita do Zika vírus irão a São Paulo nesta próxima Quarta para uma roda de entrevista junto com pesquisadores nacionais e internacionais, doutores de direitos humanos.


“Tratar nossos filhos hoje é um sacerdócio, não podemos esquecer que com a informação nossa filha não teria corrido o risco de ter nascida com complicações pós-parto, e hoje o tratamento existe, mas falta atenção básica e humana a nós mulheres e mães. Em sua grande maioria crianças vítimas padecem por cirurgias, direitos que buscamos na justiça local em Esperança, Estado da Paraíba e a justiça parada – inerte, é um exemplo atual. Na época da epidemia todos os ‘holofotes’ estavam em nós, à justiça? Nem aí.” Relata Carol, mãe de Gaby. Quem garante que o Zika Vírus não voltará?


O Human Rights Watch (https://www.hrw.org/pt-br) está promovendo um evento e a família participará em São Paulo para o evento internacional onde a família não tem medo de dizer a verdade, de que “queremos uma vida, mas uma vida com dignidade e não com propaganda eleitoral e coitadinha, queremos nosso direito de mulher e da criança” enfatiza a mãe que é ativista nas redes sociais.


Microcefalia não é o problema maior. O maior problema é a falta de estudos e incentivos dos governos para dizer até quando podemos dá dignidade aos nossos filhos. Atualmente o BPC-Benefício de prestação continuada, tira direitos dos pais poderem trabalhar e complementar uma vida melhor, quando se trata de famílias com quatro indivíduos. “Não posso assinar a carteira e sou obrigado a trabalhar na informalidade – sem direitos trabalhistas, pela uma condição que é DIREITO para crianças VÍTIMAS do DESCASO do Governo Federal, para complementar a renda familiar”, diz Joselito pai de Gaby. Gaby é especial, e sob alegação de uma lei ou vivemos com um salário mínimo, como é instituído lei, que para alguns é motivo de riqueza, mas para famílias afetadas pelo o descaso do governo brasileiro, famílias exigem respeito e de direito, até porque não deram, e não dão assistência como está descrita nas leis brasileiras tanto na constituição como no estatuto da criança e do adolescente.


Maria Carolina e Joselito Alves vivem na cidade de Esperança, Estado da Paraíba, cidade onde tem 32 mil habitantes, distante da capital 185 km. Maria Gabriela filha caçula da família tem um ano e cinco meses de idade, o casal ainda tem outro filho João Gabriel. Descobriram que a filha tinha microcefalia quando a criança nasceu.


Fonte: Arquivo pessoal 
Relatado pelo o pai que a “enfermeira plantonista chorou frente a mãe, e o médico nem para vê a criança e nem a assistência necessária. Chegando no segundo dia, a Gaby aos gritos com fome, para piorar o quadro ela ficou em estado febril de 39Cº com suspeita de infecção pré uterina, no hospital por não possuir suporte legal para parto de alta complexidade e muito menos UTI NEONATAL. Nasci Gaby de um parto feito as ‘escuras’. Em cidade do interior lei é tratado apenas para os engravatados e possuir de bens matérias, sendo negligenciado e diferem a acreditar que pai é acompanhante, comovido o pai fala.


A princípio está família lutadora é a primeira que se faz adentrar com processo cautelar a favor de garantias de direitos, sendo um deles o de transporte restando o mínimo que a prefeitura da cidade Esperança deve cumprir. O início do processo é varias negligencias que por sorte gaby é sobrevivente não dá epidemia, mas pela má orientação no pré-parto e pós parto. “E, se minha filha tivesse morrido?” diz Carol extremamente chocada.


Será que só existem direitos quando há uma morte negligenciada? Um processo que poderia ter evitado, mas evidencia ‘nudamente’ como era feito o pré-natal antes do zika. Carol é dá primeira fase do zika vírus, o diagnóstico na época era “dengue fraca”, “Gripe”, “Resfriado”, e como muitas das vezes não tinha médico, e restando a enfermeira atender e prescrevia medicamentos. “vá para casa e tome dipirona” diz o pai de gaby, ao se tratar no pré-natal sua esposa Carol.


Não podemos se calar. Não podemos acreditar que o hoje será para sempre. Essas crianças necessitam de ajuda. Famílias necessitam de apoio emocional, estrutural e financeiro. Crianças precisam de cirurgias que se depender do SUS, digo desses profissionais (Governantes e más profissionais de saúde) que estão por trás desse Sistema, crianças irão morrer. As necessidade são as órteses, cadeiras de roda, óculos, fraldas, leite, medicamentos, profissionais humanos, prefeitos municipais sensíveis à causa, deputados estaduais e federais que responsáveis. Num anúncio uma médica no Estado de Pernambuco - Recife, atribuindo aos nossos filhos como ‘GERAÇÃO PERDIDA’, Precisamos de um Governo Federal brasileiro amante da constituição e não do status e da soberba.


-Necessitamos ser ouvidos e menos criticados.
-Queremos respeito e menos mídia governamental eleitoreira.
-Queremos uma vida digna e de qualidade.
-A mulher deve ter o poder de escolha, evitando sofrimento mental e psicológico (depressão pós-parto).
-Não podemos aceitar a condição de miserabilidade para nossos filhos VÍTIMAS da FALTA de atenção básica.


-Não PODEMOS ser convivente com a morte aos poucos das mães e crianças que padecem no acompanhamento de VÍTIMAS do descaso sobrenatural do SUS e Judiciário.


O Brasil maior continente de extensão territorial rico em sua natureza, governado pelos os banqueiros sugam tudo. O que sobram são os desastres e sequelas hoje que indenização não poderá pagar. O exemplo do Rompimento de barragem em Mariana. Deixando alertando o mundo para a febre amarela, mesmo mosquito transmissor da dengue e do zika vírus.


Um evento realizado no Brasil, e uma família que luta contra o poder público que até hoje negligência e para processo judicial para encoberta artefato de desumanização em famílias nordestinas.



Matéria exclusiva e dedicada ao blog #SomosTodosgaby


ESSA CONQUISTA É NOSSA!



Olá querida e querido,

Sou Carol mãe de Gaby. Estamos nessa luta desde o dia de seu nascimento. Somos da era do Zika Vírus. Ele aparentemente se foi, mas as sequelas ficaram. A campanha realizando o sonho de Gaby tem o proposito de melhor a condição de vida dela acessível dentro de casa como alargamento de portas, banheiro e cama e utensílios essências para acessibilidade da gaby.

Doe. Ame.

Clique nesse link e saiba como doar.
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Blog #SomosTodosGaby
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Maria Carolina Silva Flor
Ativista e Mãe de uma criança

especial vitima do Zika Virus.




Porque ajudar? Sou Gaby.

Porque ajudar? Gabizinha.

Amigo que me lê. Sou da era do Zika Vírus. Não tive culpa de nascer assim, mas sempre soube que sou alegria de mamãe e papai. Eu tenho um ano e cinco meses de idade. Tenho um irmão que amos muito, juntos constituímos a família mais linda do mundo. Sou feliz, mas as dificuldades do dia a dia me faz ficar triste. Sou inquieta, e preciso de muito amor e carinho, tenho baixa visão e 50% de audição. Mesmos assim, estou feliz. Sem contar que o vírus me fez ficar com dificuldade de por a minha mãozinha na boca, mais tenho mamãe e papai para me ajudar. Hoje me deparo com dificuldade de adaptação, no meu quarto – que quarto? Não tenho. Banheiro? – Que banheiro. Não tem adaptação para me. Sou uma criança feliz, mas para completar quero sua ajuda. Doe e Compartilhe com seus amigos!

O dinheiro arrecada será para adaptar a casa completa para oferecer condição digna, de locomoção e acessibilidade, o quarto e o banheiro, corredor, suplementos e acessórios indispensáveis a Gaby.

Gaby, Criança especial – Da era da epidemia do Zika Virus – Microcefalia congênita.


Acesse o blog e saiba como ajudar: http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/p/doacao-doe-por-mais-direitos-informacao.html

Nas marcas da história.

MICROCEFALIA DO ZIKA
Nas marcas da história.
Maria Carolina e Joselito Alves, pais de Gaby.

http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/


MICROCEFALIA DO ZIKA
Nas marcas da história.
Maria Carolina e Joselito Alves, pais de Gaby.
http://somostodosmariagabriela.blogspot.com.br/
Um sonho traçado entre a cruz e a espada. Serei mãe. Nossa filha se cruzar dentro da maior epidemia em que a ciência humana desconhece até o momento. De um silêncio da mídia ao ponto de eclodir a catástrofe da raça humana. Maria Carolina na época com 21 anos e seu companheiro Joselito Alves com 27 anos serão pais de gaby, que ainda não sabiam exatamente como seria o enredo dessa história.
Pais do segundo filho, ainda desconhecem muita prática de ser mãe e pai. Carol mesmo tomando a pilula ciclo 21 engravidou. Mas no início Carol apresentava na gestação dores musculares, fraqueza, coceira na pele e febre baixa. Foi ao medico mais que a atendeu foi à enfermeira do posto de saúde de sua localidade, informando a mesma que deveria voltar para casa e tomar dipirona. Poucas semanas se passaram e veio a ânsia de vômito e dores pelo o corpo. Joselito sugeriu para fazer o teste de gravidez e o resultado foi positivo.
Gaby nasceu no Hospital Municipal de Esperança – PB, às 16h30 minutos para espantos de todos que ali trabalhavam. Ao invés de felicidade, houve espanto. Joselito Alves seu companheiro foi privado de acompanhar Carol no pré-parto, parto e pós-parto. Sem saber durante o pré-natal, pois até o momento Carol só fez uma ultrassonografia e o segundo morfológico feito em convênio particular custeado pela avó. Os dois exames não detectaram nenhuma anomalia, mas comparando os dados do ultrassom de nosso primeiro filho nós víamos a diferença.
Era a primeira vez que nascia uma criança com microcefalia naquele hospital: Gaby tinha a cabecinha pequena, os olhos grandes e vivos, chorava e por espantos de todos, tida como morta, até hoje vive.  Gaby nasceu e não teve seus direitos respeitados.
Contar essa história e ser protagonista dela importam, sabem por quê? Porque não foi dessa vez que filhos de agricultores, talvez para vocês, dois analfabetos, ficaram calados. Sem medicamentos na maternidade, Gaby foi transferida às pressas para Hospital Universitário Alcides Carneiro em Campina Grande, na Paraíba. Na correria gaby foi levada, pois no hospital aonde tinha nascido faltam banco de leite materno e medicamentos fundamentais.
Sorte ou não. Fé ou não. Gaby está viva. Para um dos médicos que lá estava Gaby era um problema, mas para os pais dela era uma felicidade e desafios a serem vividos e confrontados até hoje. A mídia veio e nós não falamos; os curiosos vieram e nós ouvimos: “olha é aquela criança doentinha”, “é aquela criança de cabecinhas pequenas” – “coisas do outro mundo muitos pensavam”.
Gaby nasceu com microcefalia congênita do Zika Vírus – com 27 cm de perímetro cefálico. Com um ano e quatro meses é uma criança linda e risonha, às vezes irritada e temos que ficar ao lado dela continuamente. Está com o desenvolvimento superior motor com atraso e possuidora de baixa visão. Toma anticonvulsivante e tem que usar óculos. A maior angústia dos pais é o sentimento do medo dela não poder andar, falar e viver como outras crianças de sua idade, mas com fisioterapia e acompanhamentos da mãe e criança surge a espera de dias melhores. A luta é o ofício do dia a dia, fisioterapia, fonoaudiologia, neurologia e psicologia, - raramente temos, é a forma de contrapor ação danosa do vírus nas crianças.

Mães e filhos vivem pela sorte, e nela vivem na graça de poder conta essa história. Onde passamos privações financeiras, emocionais e do fundamento de leis que regem nosso país.

Com o orçamento apertado, o que ganham não dá para usufruir das condições de elites das cidades modernas.  Com ajuda do Benefício de Prestação Continuada é uma ajuda. Essa ajuda é intitulada de subsidiou de dignidade humana. Esse direito é tido como ajuda do INSS - Instituto Nacional da Seguridade Social. Dívidas, contas vencidas, ligações constante de devedores e temos que escolher entre alimento ou pagar a banqueiros, uma vez ricos sugam o quanto podem de famílias que são vítimas da desigualdade social em nosso país.

Para tudo num salário vigente, tudo para uma família. Alvos de críticas e de sugestão, de ser mãe ou não ser, criança especial, é ser mãe duas vezes mais que uma mãe normal. Sabemos onde o calo aperta, sabemos que sozinho não somos ninguém, mais que tudo sabemos que vivemos de uma “ajuda” do governo, digo DIREITO CONSTITUCIONAL.

A mulher tem seus direitos. E sobre ela tem que faça existir nas suas escolhas e tomada de decisão.

A ação no STF – Supremo Tribunal Federal é a maior vitória que poderíamos conseguir, tendo em vista o que o processo implantado pela ANADEP e Anis - Instituto de Bioética de Brasília para garantir políticas públicas às mulheres e crianças afetadas pelo Vírus Zika no Brasil.
Ação é acesso o diagnóstico de qualidade para detectar a doença. A ANADEP e ANIS defendem que as mulheres tenham o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) para além do prazo de 3 anos, o acesso aos procedimentos para Estimulação Precoce das crianças com a síndrome em Centros Especializados em Reabilitação (CERs) situados em distância de até 50 km da residência do grupo familiar e/ou o pagamento de tratamento fora de domicílio (TFD) para os deslocamentos iguais ou superiores a 50 km.
A garantia do direito à informação atualizada, de qualidade e em linguagem acessível sobre a epidemia e seus riscos. O planejamento familiar, o que inclui acesso a contraceptivos adequados, também é um ponto discutido. Também é fato de muitas controvérsias que a mídia deturpa, mas que no período da epidemia médicas, enfermeiros, paciente viviam em sofrimento mental de grande escala, e até o momento a medicina e a ciência não chegou a uma conclusão com exatidão sobre se uma mulher gestante terá ou não seu filho com microcefalia.
Nesses casos onde o casal, que a maioria o homem deixa sua mulher e a mesma fica desolada de todos e tudo, essa ADI – Ação que justifica as mulheres grávidas infectadas pelo vírus Zika e, que estão em sofrimento psíquico diante da epidemia, a possibilidade excepcional de interrupção da gestação.
São direitos tanto da mulher que desejar interromper assim, também com a que desejar continuar onde o sistema de saúde possa dá o que é de direitos tanto à criança e a mulher condições digna de vida humana.
Somos a primeira família a pedir reparação na justiça em nosso município Esperança-PB, talvez no país, momento o processo está parado (movimentação super lenta - a ponto cremos que dará certo), não sabemos o porquê, mas temos a convicção de que o sistema governamental erra e não assume sua responsabilidade.
Queremos e exigimos respeito. Gaby não está só, tem muitos casos que pontos se ligam. A solução é nada mais do que coragem e perseverança. Medo é um sentimento de que hoje estamos sós, pois os nossos representantes nos esqueceram e ignoram.   O silêncio é a respostas de nossos governantes. Vivemos inquietos e queremos respostas. Somos e vivemos para nossos filhos. Por eles estamos disposição para lutar em direitos e deveres dos estados e municípios. A mulher tem direitos assim como o homem, a criança também tem direitos fundamentais sendo estes violados à medida que não oferecem vida com dignidade.

NESTA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA FAMÍLIA PARAIBANA UNIRAM FORÇAS COM FAMÍLIAS ALAGOANAS AFETADAS PELO O ZIKA VÍRUS.



Na tarde da quarta-feira (26/04/2017), Maria Carolina e seu esposo Joselito Alves, juntos da filha caçula Gaby, vieram para Maceió, no estado de Alagoas. O objetivo é poder ouvir outras famílias que passam pelo o mesmo problema da falta de atenção integral das crianças portadoras da Síndrome Congênita do Zika Vírus, como muitos chamam de microcefalia. E também momento de relatar o sofrimento e a inércia da justiça comum no primeiro caso de família a procurar reparação na justiça no Fórum da comarca de Esperança-PB.

Até que ponto famílias criam forças e buscam a mesma união na garantia de direitos, que já existem e esta na lei. Outrora a lei já existirá? Mas precisa ser provocada! Como provocar?

O termo provocação significa ato ou efeito de, com palavras ou atos, forçar alguém a uma luta, discussão etc.; desafio e conquista. Aqui destacamos que a lei já existe mais necessitou desabar ‘um muro’ de negligências realizadas desde o inicio, começando no pré-natal. A justiça só reage sendo provocada.

A justiça é inerte. Temos que provocar. Temos que ir ao encontro de outras mães e pais que lutam e que a mídia se cala. A UNIÃO é a provocação. Ter CONHECIMENTO de seus direitos é a provocação. NÃO BAIXAR a cabeça é a provocação. SABER AGIR NA RAZÃO é à provocação.  Ter um filho ou filha vitima do ZIKA VIRUS é à provocação na busca de DIREITOS amparados no estatuto da criança e do adolescente. Os poderes são inertes? Mas com essas provocações e em grande massa de famílias podemos reagir e vencer – ter voz e ser ouvidos. Garantir o que já temos de fato na justiça.

Uma família é tão grande que não se cala, não se vende e não se deixa corrompe. Juntando famílias e famílias, juntas podemos e devemos provocar o poder público ao chamado que é invoca na constituição Federal, código defesa do consumidor, leis e tantos códigos de éticas – e que ficam apenas no papel, dito vulgarmente no meio da justiça – Lei que colou ou não colou.

Maria Gabriela é responsável por dá forças e vislumbrar o quanto crianças e mães convivem desde o principio faltas não por que o sistema único de saúde não tenha recursos ou até mesmo a justiça do comum, mas por má fé, preconceito e discriminação seja ela racial, de etnia e de cor da pele.

Apoiados pela Anis - Instituto de Bioética de direitos humanos (http://anis.org.br/), lutando pelos os direitos de mulheres e crianças na enfrentaria a Epidemia do Zika Virus no nordeste brasileiro.

Maria Carolina e Joselito Alves, pais de Maria Gabriel – Gaby – portadora da síndrome congênita do Zika Vírus, comumente conhecida como Microcefalia. Moram na Cidade de Esperança – Paraíba-Brasil.

Atualizações: somostodosmariagabriela.blogspot.com.br


NOVIDADE



Em breve estaremos postando atualizações!

Para Todas Perguntas Que Me fazem Aqui As Respostas.


13 coisas que vc não sabe sobre mães de crianças deficientes:

1) Não somos fortes como todos imaginam. Apenas não nos resta outra opção.

2) A solidão é uma grande companhia. Muitas vezes nos sentimos 
incompreendidas e um peixe fora d’agua. E não há nada que mude isso.

3) Nos sentimos frequentemente cansadas, com exaustão acima de tudo mental. Temos preocupações simples 24h por dia, que a maioria das mães não tem.

4) Nossos filhos não é um pesar, um estorvo, ou um fardo. Lidar com a sociedade em relação às diferenças é que são.

5) Damos valor a coisas tão pequenas, que podemos sentir o sabor da alegria muito mais do que o normal!

6) Não temos “nojinho”. Baba, fluidos e coisas escatológicas, fazem parte da nossa vida.

7) Rótulos como “guerreira”, “abençoada” e “especial”, muitas vezes podem nos incomodar, pois nos dá a sensação de que não podemos reclamar, sofrer, chorar. Somos somente humanas, como qualquer outra mulher. 

8) Aprendemos a não comparar problemas. Descobrimos na prática, que cada um tem a sua dor, e que ela é imensurável, única, intransferível, e não há régua para medir.

9) Responder a perguntas sobre a patologia de meu filho, não é problema, é solução! Temos a missão de informar!

10) O medo nos ronda. Sempre. Mas aprendemos a viver com ele.

11) Sentimos muitas dores físicas e musculares. Fazemos esforços sobrenaturais para conduzir crianças grandes com o controle motor de bebê. 

12) Hospital é um lugar comum para a gente. E por mais que tenhamos intimidade com o ambiente, ainda é um lugar de desconforto. 

 13) Apesar das muitas dificuldades, nos sentimos privilegiadas em conhecer o verdadeiro amor, altruísta e genuíno que só essas crianças tem a oferecer! Somos mais felizes do que pensam! =)

Eu Amo Alguém com Microcefalia 


Autor(a) Uma mãe de criança com microcefalia, extraído de vários diálogos em grupos de mães de whatsApp.